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Fechado desde 2014, Museu Dona Beja será reformado renovação de concessão

Museu-Dona-Beja-fechadoO JORNAL INTERAÇÃO, acompanha desde junho do ano passado a situação do prédio do Museu Regional Dona Beja de Araxá, que está fechado desde o mês de setembro  do ano de 2014, para reforma depois de um incêndio em suas instalações. O patrimônio histórico que está sob a coordenação administrativa da Fundação Cultural Calmon Barreto de Araxá,  guarda um rico e valioso acervo histórico de peças raras, mobiliário, fotos e documentos que conta parte do passado do município de Araxá. Segundo a presidente da FCCB Magaly Cunha, “ quando assumimos a Fundação o museu já estava fechado e o problema maior é que o imóvel ( prédio do Museu Dona Beja), não pertence ao município de Araxá. A casa, cuja construção remonta à segunda metade do século XIX, foi adquirida e doada à comunidade de Araxá por Assis Chateaubriand, em 1965, para abrigar o museu da cidade”. Assis Chateaubriand, era  amigo de Araxá e um dos homens públicos mais influentes do Brasil nas décadas de 1940 a 1960, destacando-se como jornalista, empresário, político e mecenas. Ainda de acordo com a Presidente Magaly, “o prédio pertence hoje ao Jornal Estado de Minas ( Diários Associados),  e o  contrato de concessão estava vencido há algum tempo. Isso impedia a entidade de conseguir verba do Governo Federal para dar andamento nas obras de reforma do prédio, por ser de propriedade particular”. A presidente da FCCB, revelou à reportagem esta semana que, “finalmente a  concessão foi renovada por mais cinco anos e, com isso, a fundação poderá dar andamento no processo para a reforma. “A intenção era que o contrato de concessão fosse renovado por um prazo maior, mas os Diários Associados não aceitaram. Mesmo assim, agora será possível dar andamento no processo para conseguir a verba para a reforma do Museu e da Igreja São Sebastião, onde está o Museu Sacro. As duas reformas em um  projeto único”,

O museu Dona Beja de Araxá, no Alto Paranaíba, um dos principais pontos turísticos da cidade, está fechado desde 2014 por causa de um incêndio provocado por problemas na parte elétrica. Além disso, o prédio ainda terá que ser reformado. Porém, no final de 2015, a Fundação Cultura Calmon Barreto conseguiu renovar a concessão do edifício.

Segundo a presidente da Fundação, Magaly Cunha, o prédio que abriga o museu pertence ao Grupo Diários Associados e o contrato de concessão estava vencido há algum tempo. Isso impedia a entidade de conseguir verba do Governo Federal para dar andamento nas obras de reforma do prédio, por ser de propriedade particular.

Magaly-Cunha-Pres.-FCCBA concessão foi renovada por mais cinco anos e, com isso, a fundação poderá dar andamento no processo para a reforma. “A intenção era que o contrato de concessão fosse renovado por um prazo maior, mas os Diários Associados não aceitaram. Mesmo assim, agora será possível dar andamento no processo para conseguir a verba para a reforma do Museu e da Igreja São Sebastião, onde está o Museu Sacro. As duas reformas em um projeto único”, informou a presidente.

Ainda segundo a presidente, os trabalhos para dar andamento ao processo de reforma já foram iniciados. Ela disse que uma equipe de profissionais como restaurador, museólogo e engenheiro estiveram na cidade para avaliar as reais necessidades do prédio. “O objetivo é que seja feito um projeto via Lei Rouanet e Ministério da Cultura. O projeto já contemplaria também a reforma da Igreja São Sebastião. Depois do projeto em mãos, encaminharíamos a documentação para o Ministério da Cultura pleiteando a verba”, finalizou.

O Museu Dona Beja e a Igreja de São Sebastião são tombados como Patrimônio Histórico e Cultural.img-20140214-wa0000

Em 1965 foi criado o Museu Dona Beja, por iniciativa de Assis Chateaubriand. O prédio e o acervo foram tombados em 1990 pelo município. O acervo é composto por itens arqueológicos que remetem à Tribo dos Arachás e à história de Dona Beja (Mobiliário, vestimentas, documentos). Além de objetos de natureza sacra e de itens do Século XIX, como liteira, tacho de cobre, balanças, teares, máquinas de costura
e ferro de passar roupas.

O Museu Dona Beja foi fechado em fevereiro de 2014, por causa de um incêndio provocado por problemas na parte elétrica. Os Bombeiros estiveram no local e constataram algumas irregularidades com a falta de projeto de prevenção de incêndio e pânico.