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Lídia Jordão faz palestra no 13º Encontro Mulheres com Direito

17 de maio de 2019 – 19:12 |

Lídia Jordão representou Minas Gerais, juntamente com mais nove mulheres da área do Direito, de outros estados do País. Ela foi convidada pela coordenação geral  do Encontro, através da Drª Fabiana Garcia. Para Jordão, …

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Petequeiros de Araxá de todos os tempos, se encontram amanhã no Clube Araxá

Foto peteca Clube AraxáA partir das 20 horas de sábado ( amanhã), dia 24 de outubro de 2015, no Clube Araxá, vai acontecer, “O Encontro da Turma de Peteca de Araxá’. A iniciativa é da diretoria executiva do Clube Araxá, com a coordenação do presidente Heider Samarone Ferreira e do diretor de esportes Lázaro Luiz. Esse 2º Encontro da Turma da Peteca, é uma grande confraternização que visa promover o esporte, valorizar e homenagear os praticantes da peteca de Araxá de todos os tempos. O evento vai reunir os petequeiros do Clube Araxá, do Girassol Clube de Campo e também aqueles veteranos e praticantes que não fazem parte do quadro de associados dos dois clubes sociais. O Clube Araxá, que tem três quadras adequadas e funcionais para a prática, treinos, torneios e competições oficiais  de peteca em Araxá, hoje é considerado um dos principais espaços na região com estrutura exclusiva e diferenciada para a prática do esporte na região.  Tradicionalmente às terças e quintas-feiras, associados jogam, treinam e praticam o esporte da peteca no Clube Araxá.

A história da peteca 

Registros no passado mostraram que a Peteca, como recreação, era praticada pelos nativos brasileiros, mesmo antes da chegada dos portugueses. Consequentemente, nossos antepassados, através de sucessivas gerações, também a praticaram, fazendo chegar essa recreação indígena a todo o território brasileiro.  Nos jogos da V Olimpíada realizada na Antuérpia, capital da Bélgica, em 1920, os brasileiros que pela primeira vez participavam de uma Olimpíada, levaram petecas, para aquecimento de seus atletas, atraindo numerosos atletas de outros países, interessados na sua prática. Revela-nos o registro da época, que o Dr. José Maria Castelo Branco, chefe da Delegação Brasileira, viu-se, momentaneamente, embaraçado pelos insistentes pedidos de regras formulados por técnicos e atletas finlandeses que, evidentemente, demonstravam interesse pela nova atividade desportiva. Coube a Minas Gerais a primazia de dar-lhe sentido competitivo, realizando jogos internos nos clubes pioneiros de Belo Horizonte. Da rua, da grama ou da areia para as quadras, transformando essa recreação em esporte, aconteceu em Belo Horizonte, na década de 1940. Em 1973, surgiram as regras da peteca, dando margem para a fundação da Federação Mineira de Peteca – FEMPE, em 1975, confirmando, assim, o pioneirismo de um esporte nascido e desenvolvido entre nós. Como positivo respaldo, há muitas publicações como livros, revistas, informativos, panfletos e reportagens que enfatizam as vantagens da prática desse esporte e que pode ser jogado por crianças e adultos sem limite de idade, sendo sadio e atraente para os dois sexos, cuja velocidade é decorrente da homogeneidade dos contendores. Assim, em 1978, o Mobral, editou o livreto “Vamos Jogar Peteca”, admirável publicação dos técnicos do Centro Cultural e do Grupo Executivo da Campanha “Esporte Para Todos” – GECET, do Ministério da Educação, sob a supervisão da Profª. Maria Luíza Gonçalves Cavalcanti. Posteriormente, também a Secretaria de Educação Física e Desporto do MEC, teve uma parcela de marcante colaboração, divulgando essa prática em todo o território nacional, com sucesso. O esporte da peteca foi oficializado na Segunda Sessão do Plenário do Conselho Nacional de Desporto – CND, conforme Deliberação n° 15/85 de 17 de agosto de 1985, em Brasília.