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13 de setembro de 2019 – 18:25 |

Por Maurício de Castro Rosa
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Coluna do Daniel de Freitas

 

Presidente mantenha distância

 

Desde que o Bolsonaro assumiu que seria candidato à presidência da república me coloquei do lado dele, ou a favor da luta contra a corrupção que durante décadas assaltou os cofres públicos do nosso país. Essa a principal bandeira que me motivou. Mas não a única. A equipe montada, o programa de governo liberal, todo o plano de realinhamento internacional com países realmente democráticos e em consequência o afastamento de países inimigos dissimulados da democracia. Outra admirável bandeira que me entusiasma é o hercúleo esforço que essa equipe do poder executivo tem feito no sentido de coibir a atuação da velha política. Um Congresso que na maioria das vezes só defende interesses pessoais. A banda podre do Congresso ( hoje há excelentes exceções, temos que ser justos) age mancomunada com a banda podre do judiciário (onde também resistem magistrados que merecem o respeito dos brasileiros) contra os interesses do Brasil e isso nosso poder executivo tem empreendido muito esforço para coibir. Com êxito. Houve algumas depurações na equipe do Presidente, o que considero normal, embora algumas tenham me desagradado,  pois que consequentes de disse me disse, de envolvimento de pessoas que nem fazem parte da gestão pública e das participações dos filhos do Presidente, que eu considero inadequadas.

Gostaria que meu promissor Presidente se abstivesse de participar dessas verdadeiras firulas, que só têm promovido problemas desnecessários. Firulas das quais nosso atual Presidente participou ao longo de sua carreira política, como deputado do baixo clero. Você não é mais deputado federal! Você é o Presidente do Brasil e precisa manter o respeito pelo cargo.

Presidente você tem a faca e o  queijo nas mãos. Está indo bem, os resultados começaram a surgir e vão prosperar, pois que seu programa está lastreado nos interesses do nosso país e tem apoio internacional como nunca tivemos antes.

Aqui em Minas temos um ditado que lhe sugiro adotar:”em boca fechada não entra mosquito “ ou “quem muito fala dá bom dia a cavalos”.

A política macroeconômica está avançando, a justiça e o combate à criminalidade também. A adequação do quadro de servidores públicos está acontecendo, precisamos de fôlego para acelerar essas ações. Não vamos perder tempo com assuntos sem futuro.

Poderíamos ter avançado mais rápido não fosse a vontade de políticos em tentar manter práticas condenáveis de querer tirar vantagens de tudo.

Ninguém, nem os esquerdopatas de plantão, conseguem sequer falar mal de nossa equipe de ministros e principais executivos. Paute-se nos comportamentos de ministros intocáveis como o da justiça, o da Fazenda, o do GSI, o da Infraestrutura e outros.

Estamos passando por turbulências e nessa situação esperamos comedimento, tranquilidade e paz. O exemplo vem de cima. Você tem dado excelentes exemplos, mas tem pecado no varejo. O Presidente de um país não deve e não pode opinar a respeito de tudo. Não pode se meter em polêmicas com pessoas de reputação duvidosa. Governadores de Estados contrários só querem munição para oferecer às mídias compradas. Não entre nesse jogo.

O que um Presidente da República tem a ganhar polemizando com um diretor da OAB, com militância petista? Nada. Afaste-se. Você Presidente e algumas postagens de seus filhos e do tal ideólogo da Virginia – EUA só tem feito prejudicar a efetividade de seu Governo e, consequentemente, o andamento do seu belo plano de governo.

Óbvio que sei que você conhece tudo isso muito melhor que eu; sei que isso é o elementar do elementar; reconheço que seus assessores são bons. Então explica porque isso está ocorrendo e não cessa.

Não estou sugerindo que deixe de dizer a verdade sobre os políticos que o antecederam, sobre os assaltantes que achacaram o país e nos deixaram como herança esse caos. Eles merecem. Embora a Presidência possa se preservar e delegar essas polêmicas aos seus assessores, e a presidência tem bons assessores, é do seu estilo se manifestar, faça -o impessoalmente ou se refira aos processos judiciais. Não estamos em bom tempo para gastar energias com coisas pequenas. Vamos exercer a chamada liturgia do cargo.

Quando for abordar um assunto qualquer faça-o de cabeça pensada, sem precipitação. Pense antes se o tema está incluso nos interesses maiores do país.

 

Daniel de Freitas é araxaense e administrador de empresas