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13 de setembro de 2019 – 18:25 |

Por Maurício de Castro Rosa
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Academia Araxaense de Letras promove posse de nova diretoria

Catia Maria Lemos Melo Zema será a nova presidente da ALL, eleita para o biênio 2012/2014.

Sábado passado, 12, tomou posse a nova diretoria da Academia Araxaense de Letras (AAL) eleita para o biênio 2012/2014. A presidente será Catia Maria Lemos Melo Zema e o vice-presidente, Márcio Antônio de Paula Duarte. O evento ainda contou com a posse de novos secretários e tesoureiros.

 

Ao todo, dez integrantes compõem essa nova diretoria, que tem ainda a primeira-secretária, Vilma Terezinha Cunha Duarte; segunda-secretária, Carolina Angélica de Oliveira Passos; primeiro tesoureiro e diretor social, Fernando Braga de Araújo; segunda-tesoureira, Cecília Beatriz Porfírio Pereira Rosa; primeiro-bibliotecário, Jayro Alves Ribeiro; segunda-bibliotecária, Ana Paula Machado kikuchi; editor do Jornal Letras, Tarcísio Cardoso; assessor jurídico, Agnelo Borges Guimarães.

 

Na oportunidade, tomaram posse três novos acadêmicos que são: a educadora Maria de Lourdes Bittencourt de Vasconcellos, o empresário de comunicação, Olavo Drummond Filho e o cronista, Sílvio Lúcio Camarota, personagens ilustres que enriquecem a história da cultura de Araxá. “Toda posse nas Academias de Letras, além do reconhecimento pelos seus novos pares, da alta capacitação intelectual, literária e científica dos imortais que ingressa, representa também a garantia do prosseguimento dos estudos sobre os antigos ocupantes da cadeira”, colocou Catia Zema.

 

De acordo com o empresário de comunicação, Olavo Drummond Filho, a importância de ser um novo membro da AAL é imensurável, “sobretudo, por ter na cadeira, ora, assumo, um patrono como Carlos Drummond de Andrade e estar ocupando, graças a uma dança literária possibilitada pelo meu colega Tarcisio Cardoso, hoje, uma vaga do meu pai, o saudoso poeta Olavo Drummond”, disse.

 

Segundo Sílvio Camarota, ser novo acadêmico significa chegar a um ponto máximo de sua carreira como cronista. “Estou hoje [12] muito emocionado de estar junto com os meus familiares, o meu irmão veio de Patrocínio, a minha irmã e a minha mulher também marcam presença, então estou muito feliz. Eu nasci em Tiros e vim para Araxá com três anos de idade, mas me considero como daqui. Escrevo minhas crônicas para o Jornal de Patrocínio e todos as apreciam”, contou o cronista.

 

Além de ser um momento de emoção, para a educadora Maria de Lourdes Bittencourt de Vasconcellos, colunista do Jornal Interação, ser uma nova acadêmica é pensar em novos projetos como a criação de uma Academia Mirim de Letras. “O meu projeto será de criar uma Academia Mirim de Letras para trazer esses jovens à literatura, mostrando toda a beleza que ela traz para a vida da gente. Quando você escreve, a pessoa coloca para fora seu sentimento, movimenta aquela energia que a pessoa tem dentro dela, então a literatura é fascinante. O meu interesse é este: tentar fazer uma academia mirim, juntamente com a presidência, para colocar esse projeto em prática”, finalizou.

 

Por que imortal?

Cada vez que um novo acadêmico ingressa, é porque uma cadeira foi deixada vaga.

Neste aspecto se insere a qualidade da imortalidade acadêmica, todos aqueles que por aqui passaram são continuamente lembrados por seus sucessores, por seus feitos, por todas suas obras, numa constante reavaliação estética, social, política e moral, dentro dos respectivos tempos históricos.

Com o ingresso de novos acadêmicos, há a perseverança da imortalidade através da lembrança daqueles que deram seus nomes ao patronato, à fundação e à efetividade das sucessivas ocupações em épocas diversas.

Esta, enfim, é a grande expressão do ato de diplomação dos novos acadêmicos, é o momento da renovação acadêmica, que justifica a existência da instituição

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