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Assim como Ana Jacinta de São José, a Dona Beja original, famosa moradora de Araxá, a descida homônima, na pista da CIMTB Michelin em Araxá, sempre causou alvoroço na cidade. O trecho foi escolhido como um dos pontos favoritos do público e rendeu momentos inesquecíveis tanto para atletas quanto para espectadores.

Nos primeiros anos, ela tinha um percurso reto com algumas pedras e raízes, mas sem muitas dificuldades para os competidores. Com o passar do tempo, os equipamentos e o nível técnico dos atletas se desenvolveram tanto que a Dona Beja se tornou uma descida muito rápida, com uma transição para um gramado, antes de entrar no trecho final do circuito.

O hexacampeão da CIMTB Michelin, Rubens Donizete, conheceu bem essa parte da pista. “Na época, ainda não existia aquele paredão no final da descida da Dona Beja. Os atletas entravam numa parte gramada após o downhill. E nesse dia, a grama estava molhada,  eu escorreguei a roda da frente, caí e torci o tornozelo, mas consegui vencer a prova escapado mesmo assim”, conta.

Com a alta velocidade, o público passou a se interessar mais pelo trecho de subida, logo ao lado. “A partir de então, entendemos que, na verdade, a subida também fazia parte desse trecho mais atrativo da pista, que passou a ser identificado como área Dona Beja”, explica Rogério Bernardes, organizador da CIMTB Michelin.

A organização, como de costume, quis agradar o público e os competidores, e decidiu reformular a descida. Desde a última etapa, o traçado o traçado em S e os novos drops transformaram o trecho em uma descida mais técnica. Além disso, foi incluída uma parede em curva, que desacelera ainda mais os pilotos e requer mais habilidade.

E você tem alguma lembrança incrível da Área Dona Beja? Envie uma foto sua no trecho e nos conte sua história no nosso email info@cimtb.com.br.

 

 

Por Editor1

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