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“Minha filha passou por uma situação gravíssima, foram momentos desesperadores para toda a família. Eu sempre tive todas as precauções, pensando principalmente nos meus avós. E quando a gente percebe que essa doença está atingindo, não só idosos, mas pessoas de todas as idades, vemos o quanto está sério” relata Maria Eduarda.

A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica é uma doença que costuma surgir de três a quatro semanas depois de crianças e adolescentes se infectarem por Covid-19, mesmo quando o quadro foi leve ou assintomático. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que a síndrome pode acometer crianças e jovens de 0 a 19 anos.

Os sintomas incluem cansaço, febre alta e persistente, manchas vermelhas no corpo, conjuntivite, lábios rachados, dor no abdômen, diarréia, dor de barriga, vômito e erupções cutâneas – não necessariamente há problemas respiratórios.

“Então o que eu peço é conscientização da população. Porque carregar a culpa da morte de uma mãe, de uma avó, é muito triste, deve ser mais triste do que a própria perda” destaca, Maria Eduarda.

Por Editor1

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