Destaque »

Prefeitura de Araxá lança nova logomarca

22 de janeiro de 2021 – 17:16 |

A Prefeitura Municipal de Araxá definiu sua nova logomarca com a proposta de design moderno aliada com os valores históricos da cidade presentes no Brasão Oficial – os Peixes representando as águas, a Árvore dos …

Leia mais »
Esporte
Cultura
Turismo
Meio Ambiente
Responsabilidade social
Home » +, Saúde

Especialistas fazem alerta para retorno do crescimento da síndrome respiratória em MG

Os médicos voltam a alertar para o retorno do crescimento da síndrome respiratória em Minas Gerais. O alerta é resultado de dados do monitoramento do InfoGripe do Ministério da Saúde, que acompanha a evolução da doença desde 2014.  Segundo o pesquisador da Fiocruz Marcelo Gomes a síndrome respiratória, com sintomas de tosse, dor de garganta e dificuldades para respirar, pode levar ao óbito. O pesquisador lembra que, com a pandemia do novo coronavírus, a situação da crise respiratória se agravou. “Os registros estão fortemente associados ao novo coronavírus. Ele tem sido o principal vírus responsável por esses quadros”, esclarece. O especialista diz ainda que os números aumentam principalmente em Belo Horizonte e no Vale do Jequitinhonha. “O que nós vimos na última atualização do sistema InfoGripe, com dados até a segunda semana de novembro, é que diversos locais estão novamente com uma situação de retomada do crescimento no número de novos casos de síndrome respiratória. Em Minas Gerais, em particular, nós tamos aí que de 7 das 14 macrorregião de saúde estão com sinal de retomada do crescimento. Nessas macrorregiões, está a de Jequitinhonha, que é a que apresenta mais preocupação porque é a que mais apresenta esse crescimento, e a própria capital”, explica. De acordo com a lista da Fiocruz, a síndrome respiratória está relacionada ao novo coronavirus (covid-19). O pesquisador lembra que esse crescimento pode estar associado ao fato de muitas pessoas ainda não terem sido infectadas.  “O vírus ainda está presente. Ainda temos muitas pessoas que não se infectaram, que não foram expostas. Estamos voltando a nos expor mais, voltando a circular mais na rua e deixando de usar a máscara”, acredita.