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Araxá abre mais 5 leitos de UTI para Covid-19

31 de julho de 2020 – 17:55 |

A Secretaria Municipal de Saúde, implantou mais 5 novos leitos de UTI para tratamento de pacientes com Covid-19. A cidade passa agora a contar com 20 vagas em Unidade de Tratamento Intensivo.
 
A Santa Casa de …

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Coluna da Maria Cármen Ávila de Paiva

Oi, pessoas! Tudo bem?

Saudades de vocês!

Bom, hoje vou contar sobre a viagem que fiz ao Pará, neste último janeiro. Foi meu primeiro contato com o norte do país.

Fiquei encantada! O povo é acolhedor e a natureza é sem igual. Fiquei hospedada em Santarém. A cidade em si é meio abandonada pelo poder público, uma pena, pois o seu entorno é muito bonito. Deviam investir em turismo ali. Tem uns casarões coloniais e uns prédios com azulejo português, resquícios da época de Portugal colonizador. Inclusive, várias cidades paraenses levam o nome de municípios portugueses, tais como: Santarém, Óbidos, Belém, Alter do Chão, dentre outras.

Mas, o que é mais famoso é Alter do Chão, que fica a uns 40 minutos de ônibus de Santarém. A vila tem estrutura para receber turistas e eles vêm do mundo inteiro. Ali tem praia do Rio Tapajós e dunas de areia branquinha que valorizam o cenário. Só achei turística demais e as mesas e cadeiras de plástico tiram um pouco do charme do local. Daí que entra o pulo do gato: hospede-se em Alter do Chão, mas não fique só lá. Rode a região( o ideal para economizar, segundo amigos que vivem na cidade, é contratar um motorista particular, que, dependendo da negociação, fica mais em conta que lancha, aluguel de carro ou aplicativo. Se precisar de indicação, entre em contato comigo, que consigo para você).  As praias da cidade de Belterra , para mim, são as mais lindas. O rio é o mesmo, mas são menos procuradas e é possível ouvir o barulho do silêncio. Destaco três: 1)Aramanaí, que tem quiosques e redários de madeira e de palha, por exemplo. De noite, de dentro do rio, o céu parece ter duas camadas de estrelas, pela ausência de iluminação pública; 2)Cajutuba: uma praia super arborizada. Leve sua rede e a amarre em uma árvore. Também não se esqueça de preparar um lanche, pois não vi a presença nem de gente vendendo comida;  3)Maguari: fica na Floresta Nacional, área de preservação da Floresta Amazônica. Foi um dos lugares mais fascinantes que conheci até hoje. Não consigo nem descrever em palavras. Acho que um fato ilustra bem: fomos para passar uma tarde, ficamos dois dias.

Bom, caso tenha conseguido aguçar sua curiosidade por esse destino, recomendo que vá por volta de novembro, pois agora é inverno amazônico e chove muito. Com isso, o volume do rio aumenta e as faixas de areia desaparecem. Se quiser mais informações, postei tudo no meu instagram de viagem, o @fuialieteconto . É só me acompanhar ali, que eu te conto.

Beijos e até a próxima, se Deus quiser.