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Lídia Jordão faz palestra no 13º Encontro Mulheres com Direito

17 de maio de 2019 – 19:12 |

Lídia Jordão representou Minas Gerais, juntamente com mais nove mulheres da área do Direito, de outros estados do País. Ela foi convidada pela coordenação geral  do Encontro, através da Drª Fabiana Garcia. Para Jordão, …

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Administração Municipal atende a população com fraldas geriátricas

A confecção de fraldas geriátricas para abrigos e entidades filantrópicas de Araxá tem a parceria da Administração Municipal. O Prefeito Aracely de Paula, através da Secretaria de Ação e Promoção Social, tem acompanhado o trabalho das instituições que receberam recursos pelo convênio com o Fundo Municipal do Idoso. A Associação Obras Sociais Augusto de Lima, produz oito mil fraldas por mês, que são repassadas para o Lar Ebenézer, Recanto do Idoso de São Vicente de Paulo, Hospital Casa do Caminho e Serviço de Obras Sociais (SOS). O presidente da Associação, Mário Gomes da Silva, informa que a entidade desempenha várias atividades além de manter a Casa Espírita Gumercindo Gimenez. Destaca que receberam pelo convênio R$ 299.124,00, recurso que permitiu a ampliação dos atendimentos.  Produzem fraldas geriátricas, pijamas de inverno, toalhas e roupas de cama (lençóis e fronhas) para os idosos das instituições atendida. As fraldas são produzidas com a ajuda de 50 voluntários, tem ainda parceria com integrantes das Casas Espíritas ‘Luz e Consolação’ e ‘Estudantes do Evangelho’ e com o trabalho de recuperandos através da Associação de Proteção ao Condenado de Araxá (APAC) e do Conselho Comunitário de Segurança Pública de Araxá (Consep).  “Há sete anos quando iniciamos a produção de fraldas geriátricas fazíamos 200 unidades por mês, hoje são 2000 por semana. Mesmo com a melhora na produção, as fraldas confeccionadas representam 30% da demanda das entidades”.  Mário explica que a produção é feita em duas etapas. Primeiro confeccionam o manto da fralda para colocar o absorvente), depois tem o acabamento (fazer a cava, colocar presilhas, empacotar e esterilizar). “Nosso trabalho não é só fazer fraldas, mas tentar ajudar as necessidades sociais do município. Muitas pessoas participam por um motivo apaziguador, ansiedade, depressão, dor de um luto ou do desgaste natural da vida. É um trabalho que faz bem para quem executa e ajuda pessoas que eles nem conhecem. Os voluntários se sentem úteis e isso tem um significado importante na vida deles”, reforça Mário.