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Em final com 6 gols, França bate Croácia e conquista o bi mundial

17 de julho de 2018 – 0:56 |

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Produtor de Araxá fica em segundo lugar no 11º Concurso Estadual de Queijo Minas Artesanal

O governador Fernando Pimentel se reuniu em São Roque de Minas, Território Sudoeste, com produtores de queijo de diversas regiões do estado, que participaram da 11º edição do Concurso Estadual de Queijo Minas Artesanal. O evento integra o Festival do Queijo Canastra, realizado entre os dias 15 e 17 de junho, em São Roque de Minas, que tem como objetivo incentivar e divulgar a produção do queijo artesanal no estado. Promovido pelo Governo de Minas Gerais por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Emater-MG, do Programa +Gastronomia e da Prefeitura de São Roque de Minas, o concurso premiou 31 produtores das regiões de Araxá, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado, Serra do Salitre, Serro e Triângulo Mineiro, nas categorias Super Ouro, Ouro, Prata e Bronze. Os queijos classificados foram avaliados por uma comissão especializada, que levou em consideração critérios como a apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato. Ao todo, 150 produtores participaram do concurso em sete etapas classificatórias nas regiões produtoras. Há 14 anos produzindo queijos na Serra do Salitre, o vencedor da categoria Super Ouro – que selecionou o melhor queijo dentre os premiados na categoria Ouro –  José Baltazar da Silva conta que a produção de queijo transformou a sua realidade social. Em segundo lugar na categoria ouro ficou o produtor de Araxá,  Reinaldo Antônio de Lima, que nos últimos anos vem se destacando em Minas Gerais e até fora do país  pela qualidade diferenciada de seus queijos artesanais. O queijo minas artesanal mantém as características de produçãoa partir de mão de obra familiar, com produção em baixa escala através de leite cru (não é permitido leite pasteurizado), produzido na propriedade (proibido aquisição de leite), utilização de coalho, pingo e salga seca. O modo artesanal da fabricação foi registrado como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).