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Zema se reúne com Bolsonaro para discutir dívida de MG com a União

18 de janeiro de 2019 – 17:22 |

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AAL comemora 53 anos e escritora Wilma Cunha recebe Comenda Literária

A noite da última terça-feira, dia 15 de maio de 2018, foi de comemoração  e homenagem, para os membros da  AAL – Academia Araxaense de Letras, que completou 53 anos de existência. A celebração da data foi no Teatro Municipal de Araxá, que recebeu  integrantes da AAL, escritores, políticos, educadores, estudantes, imprensa e convidados especiais. O evento foi aberto com a palavra do presidente da AAL, Tarcisio Cardoso. Em seguida, foi executada a apresentação do hino nacional brasileiro, pela diretora da Escola de Música Maestro Elias Porfírio de Azevedo, Cristiane Borges Santos. O ponto alto da noite, foi a outorga da Comenda Literária, recebida pela escritora araxaense e vice presidente da Academia, Wilma Cunha Duarte, também colunista do Jornal Interação e da Revista Araxá.  Em entrevista exclsuiva ao Jornal Interação, a escritora homenageada, disse que,  “ eu recebo essa homenagem com o coração cantando e com toda alegria. É uma festa de arromba no meu coração. Pra gente, é uma coisa muito importante, depois de trabalhar tanto, apaixonadamente pela literatura, a gente vê o trabalho reconhecido, principalmente pelos nossos pares.” Concluindo, Wilma Cunha, disse que, “ eu estou muito feliz e honrada, pois eu entrei na AAL  no ano de 1986, onde eu tive a honra de ser indicada pela saudosa professora Leonilda Montandon e pela dona Adélia Perreira Valle, consideradas ‘ monstros sagrados da cultura de Araxá’, e eu sou mesmo apaixonada pelas letras, eu achei o caminho das letras e nunca sai.” Já o presidente da AAL – Tarcisio Cardoso, disse que, “ nesses 53 anos, a AAL  registrou a história de Araxá.  A Academia começou em 1965, no centenário de Araxá. A AAL hoje em dia sai para as ruas, não fica dentro de quatro paredes. Todo mundo tem uma visão de que a Academia, são velhinhos tomando o chá das cinco horas; e não é nada disso. A Academia hoje ao contrário de estar no casulo, ela é como a abelha que sai para fora pra buscar o néctar da cultura, das letras para fomentar a literatura.”