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Bem Brasil Alimentos é nomeada uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil

12 de dezembro de 2019 – 12:53 |

A Bem Brasil Alimentos S/A, a maior indústria de batata pré-frita congelada do país foi reconhecida como umas das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, segundo o relatório elaborado pela revista VOCÊ S/A em parceria com …

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Novas técnicas impulsionam produção de manga em Minas Gerais

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Pesquisa desenvolvida por um doutorando da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) está mudando o manejo da cultura da manga no Norte de Minas Gerais. A região, com área plantada de 5.200 hectares, é uma das maiores produtoras da fruta no país e aposta em novas técnicas para ampliar ainda mais a produtividade. O estudo resultou na menor utilização de um regulador vegetal, aplicado para possibilitar o escalonamento da produção durante todo o ano, mas que também traz impacto negativo para a qualidade do solo. Agora, com os resultados da pesquisa, a expectativa é que a produção local aumente.  Utilizado mundialmente para o cultivo da manga, o PBZ tem dose recomendada de 1 grama por metro de copa de planta. O experimento conduzido pelo doutorando da Unimontes, que acompanhou o desenvolvimento de pomar comercial de mangueira Palmer no município de Jaíba, mostrou que a redução da quantidade aplicada é eficiente para a indução do florescimento do fruto, melhora sua qualidade e ainda reduz os impactos no solo. Atualmente, o Norte de Minas Gerais produz uma média de 700 toneladas de manga por semana, das quais 120 são exportadas. A ideia é que, com a difusão tecnológica, a produção aumente. “Em função da pesquisa, os produtores locais já estão utilizando uma dosagem menor, que chega a 70% da dose recomendada no período de maior incidência de calor, e 50% em épocas menos quentes”, enfatiza Oliveira. O PBZ regula o crescimento vegetativo da mangueira, mas possui impactos negativos sobre o solo, reduzindo sua vida. “Ele diminui a respiração do solo, o que prejudica todos os organismos vivos existentes ali. Quando utilizado em menor quantidade, a molécula degrada de forma mais rápida. Consequentemente, o solo se recupera mais rapidamente também”, explica Oliveira. Além de pesquisas para o manejo do PBZ de forma mais sustentável, o doutorando conduz estudos que buscam outras opções de reguladores que poderiam, por exemplo, ser utilizados na folha da planta, sem trazer prejuízos ao solo. “Moléculas que são usadas no manejo da cana de açúcar e do algodão já estão sendo pesquisadas, com resultados promissores”, relata. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), Divisão Projeto Jaíba, oferece assistência técnica aos produtores da região que queiram investir na cultura da manga.