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Lídia Jordão faz palestra no 13º Encontro Mulheres com Direito

17 de maio de 2019 – 19:12 |

Lídia Jordão representou Minas Gerais, juntamente com mais nove mulheres da área do Direito, de outros estados do País. Ela foi convidada pela coordenação geral  do Encontro, através da Drª Fabiana Garcia. Para Jordão, …

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Comissão de arbitragem da CBF recomenda punição para mau uso do ‘fair play’

1464775320573O presidente da comissão de arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa, instruiu nesta terça-feira os árbitros para punir “exemplarmente” simulações que visem aproveitar a orientação de fair play da Fifa, que recomenda que o jogo seja paralisado em caso de contusão. A recomendação vem dias depois de o técnico português Paulo Bento, do Cruzeiro, ter criticado a utilização deste expediente pelos jogadores do América no último sábado. “Temos verificado muitas situações dos jogadores tentando enganar a arbitragem. Isso prejudica o espetáculo e tumultua a partida. Vamos enfatizar para que essa infração seja controlada e punida exemplarmente”, disse o dirigente. A preocupação de Sérgio Corrêa é fazer com que os jogos tenham mais tempo de bola rolando. A decisão é uma resposta às reclamações de Paulo Bento. O ex-técnico da seleção portuguesa não permitiu que a sua equipe devolvesse a bola para o adversário, após uma simulação de contusão. O ato irritou os atletas e comissão técnica do América. Ao final da partida, o treinador avisou que seu time não praticará mais o fair play e caso o adversário jogue a bola para fora, não vai devolvê-la. “É o árbitro que tem de apitar, analisar e parar o jogo”, disse. A polêmica gerou discussão nos clubes nesta terça-feira e faz com que as partidas desta quarta e quinta ganhem um ingrediente extra. A diretoria do Cruzeiro já avisou que apoia a decisão de seu treinador. “Estão confundindo o fair play com um ato para retardar o jogo. O futebol brasileiro tem de mudar algumas coisas e acreditamos que o Paulo tem total razão no que está falando, por isso estamos do seu lado”, disse o vice-presidente de futebol, Bruno Vicintin. Para Cuca, do Palmeiras, a atitude do treinador português não é totalmente errada. Ele acredita que tem existido um exagero nas simulações. “O que ele falou pode causar um impacto grande, mas não está totalmente errado. Tem vezes que a gente percebe que o jogador faz de propósito para ganhar tempo”, disse o palmeirense que pede união dos treinadores por um futebol mais honesto. “Deveríamos ter uma reunião para discutir essas coisas, como acontece lá fora”. Tite também condena a prática de simulações e espera que o aviso da Comissão de Arbitragem da CBF seja colocado em prática. “Existem situações leais, mas existem simulações, sim, para levar vantagem. Existem as duas. O árbitro poderia trazer para ele essa responsabilidade. Eu não consigo julgar (se é ou não simulação)”, comentou o corintiano. No Cruzeiro, os jogadores lembraram nesta terça-feira que viveram o outro lado da polêmica contra o mesmo América, na semifinal do Campeonato Mineiro. “Um jogador nosso caiu e eles seguiram para o ataque. Levantamos a mão para parar o jogo e nada aconteceu”, reclamou o meia uruguaio Arrascaeta.

MAIS PRESSÃO 

Já na segunda rodada, o assunto foi motivo de reclamação do técnico Levir Culpi, do Fluminense. Ele ficou irritado com os jogadores do Santa Cruz, no empate por 2 a 2. Segundo ele, um acordo entre os técnicos foi desrespeitado. “Em uma dessas reuniões, queríamos o fair play. Só devolver a bola no lugar onde ela saísse. O que fazem? Devolvem lá no goleiro para fazer pressão”, disse.