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Mercedes lança Classe C nacional, com motor flex

mercedes_classe_cAlém de começar a ser montado no Brasil, o Mercedes-Benz Classe C passará a usar motor flex na versão de entrada, C 180. As primeiras unidades saíram da recém-inaugurada fábrica de Iracemápolis (SP) no fim de março. A montadora confirmou, nesta segunda-feira (4), que o preço do C 180 segue o mesmo do importado: a partir de R$ 144.900. O C200 e o C250 também serão produzidos no interior de SP, mas ainda sem data prevista, segundo a fabricante. “Atualmente, o C 180 representa 43% do mix de vendas da família Classe C, portanto acreditamos que, com essa nova alternativa de motorização e o início da produção local, ele continue conquistando os resultados significativos dos últimos anos”, afirmou Holger Marquardt, diretor geral Automóveis América Latina e Caribe da Mercedes, em comunicado.O propulsor 1.6 turbo, que desenvolve 156 cavalos tanto com gasolina como com etanol, já tinha sido adotado para Classes A, B, CLA e GLA, que ainda são importados. O torque máximo é de 25,49 kgfm entre 1.200 e 4.000 rotações por minuto. A montadora alemã segue os passos das rivais: a BMW já oferece motor turboflex no Série 1 e no Série 3 (186 cv), maior rival do Classe C, produzidos em Araquari (SC), e no Série 2. A Audi lançou o A3 Sedan fabricado em São José dos Pinhais (PR) também com propulsor bicombustível (150 cv). Ele é outro concorrente do sedã da Mercedes.

Fábrica
O SUV GLA será o segundo modelo a ser feito na nova fábrica, a partir do segundo semestre. Ele e o Classe C são os mais vendidos no Brasil pela marca. Além do Brasil, o sedã é fabricado na Alemanha, África do Sul, Estados Unidos e China. A fábrica de Iracemápolis, por ora, realiza apenas a montagem final dos carros, cujas peças da carroceria vêm da Alemanha, assim como o motor, que também é montado em SP. Alguns itens, como bancos e pneus, são produzidos no Brasil. A partir do segundo semestre, a fábrica deve agregar os processos de montagem da carroceria (“body shop”) e pintura. A única etapa que não terá será a estamparia (corte das chapas no formato das partes da carroceria). Segundo a Mercedes, a escala de produção é pequena para justificar a implementação dessa etapa. Construída com um investimento de cerca de R$ 600 milhões, a capacidade total da fábrica é de 200 mil carros por ano, mas não será alcançada em breve. Por ora, a planta opera em 1 turno, com 600 funcionários. Um segundo turno estava previsto para o ano que vem, mas, com a crise econômica do país, acabou adiado e não tem data para ser iniciado.