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8 de abril de 2020 – 23:52 |

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Outono eleva chances de transmissão do vírus H1N1, que já causou mortes em Minas

foto gripe H1N1  Em Araxá a campanha de imunização será coordenada pelo Centro de Vacinação Municipal

Este outono exigirá mais atenção à saúde. Além da tendência de que a fase de maior concentração de casos de dengue –  entre março e maio – se intensifique e se estenda este ano, quando a estação será mais chuvosa, da expectativa de que a epidemia seja a maior da história, da zika e da febre chikungunya, que aparecem como novas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, a população terá ainda que se precaver contra os males respiratórios comuns para a época e a ameça de gripe H1N1. Só em São Paulo, já são 38 óbitos por complicações do H1N1 neste ano. Em Minas Gerais, são três casos confirmados e dois óbitos, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES). As primeiras mortes provocadas pela gripe ocorreram em Frutal, no Triângulo Mineiro, onde há outros 19 casos suspeitos da doença. O  surto de H1N1 em São Paulo preocupa a comunidade médica pelo trânsito de pessoas de um estado para outro, que facilitaria a transmissão da doença em Minas, diz o diretor da Sociedade Mineira de Infectologia e Carlos Starling. Outro ponto de alerta para o infectologista é a intercessão de epidemias, como a dengue e a gripe H1N1. “O pronto-atendimento vira ponto de contaminação para doenças por vias aéreas. Uma pessoa com dengue pode acabar contraindo H1N1 ao procurar atendimento”, exemplifica o médico. Em Frutal, no Triângulo Mineiro, onde há circulação do vírus H1N1 e a investigação de 19 casos, a Secretaria Municipal de Saúde atribui a situação à proximidade com municípios paulistas que vivem a epidemia, como São José do Rio Preto e Catanduva. Com 57,4 mil habitantes Frutal pediu ao governo do estado a antecipação da campanha de vacinação, prevista para começar em 30 de abril, com o Dia D de vacinação, mas ainda não obteve resposta. A dengue é outro problema enfrentado pela cidade, que já tem 700 casos notificados. Entre os grupos prioritários para receber a vacina estão crianças de seis meses a cinco anos, gestantes, mulheres que tiveram filhos há até 45 dias, trabalhadores de saúde, povos indígenas, pessoas com mais de 60 anos ou portadoras de doenças crônicas como diabetes, asma, bronquite e hipertensão. A campanha nacional de vacinação contra influenza começa no dia 30 de abril e vai até 20 de maio, segundo o Ministério da Saúde. Em Araxá a campanha será encampada pela Secretaria Municipal de Saúde por meio do Centro Municipal de Vacinação e seguirá os mesmos critérios da campanha nacional coordenada pelo Ministério da Saúde.