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Vem aí o Festival Saberes e Sabores de Araxá 2019

23 de agosto de 2019 – 17:01 |

Vem aí mais uma edição do delicioso e tradicional “Festival Saberes e Sabores de Araxá”- 2019. O evento cultural e gastronômico será realizado entre os dias …

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Nível de concentração de gases de efeito estufa tem novo recorde em 2014

ivel poluiação 4O nível de concentração dos gases de efeito estufa atingiu novo recorde no ano passado, anunciou nesta segunda-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM) em seu relatório anual. “Todo ano, registramos novo recorde nas concentrações de gases de efeito estufa”, lamentou o diretor da OMM, Michel Jarraud. “A cada ano, dizemos que não temos mais tempo, devemos agir agora para reduzir as emissões de gases e para que tenhamos uma oportunidade de manter em nível razoável o aumento da temperatura”, destacou no relatório. O estudo – que não mede as emissões de gases de efeito estufa, mas a sua concentração na atmosfera – mostra que o dióxido de carbono, o principal gás com efeito estufa de longa duração, aumentou para 397,7 partes por milhão (ppm) no ano passado. “Não podemos ver o dióxido de carbono, é uma ameaça invisível, mas uma ameaça muito real”, lembrou Jarraud. “Isso significa temperaturas globais mais elevadas, mais fenômenos meteorológicos extremos, como vagas de calor, inundações, derretimento do gelo e aumento do nível do mar e da sua acidez”. O relatório da agência da ONU é divulgado a três semanas da Cúpula do Clima de Paris (COP21), que visa à tomada de medidas significativas para limitar o fenômeno do aquecimento global. O metano, o segundo gás com efeito estufa de longa duração, também atingiu novo recorde de concentração, 1.833 ppm em 2014, segundo o relatório. A OMM indica que, com 60% das emissões de metano provocadas pela atividade humana, principalmente a pecuária, o cultivo de arroz, a exploração de combustíveis fósseis, foi registrado aumento de 254% das concentrações desse gás na atmosfera, desde os níveis da era pré-industrial. O protóxido de azoto, cujo impacto no clima em um período de 100 anos é 298 vezes maior que o do dióxido de carbono e que também contribui para a destruição da camada de ozônio, que protege dos raios ultravioleta do sol, registrou o ano passado uma concentração de 327,1 partes por bilhão, ou 121% dos seus níveis antes da era industrial.