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Comandante da Capitania Fluvial de Minas Gerais visita Araxá

20 de fevereiro de 2020 – 19:24 |

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IMA aumenta fiscalização do trânsito de aves de descarte no Estado

Foito IMA fiscaliza avesCom o objetivo de fortalecer o controle sanitário e aumentar a fiscalização no trânsito de aves de descarte – quando aves de vida longa (galinhas de postura e de reprodução) chegam ao final do seu ciclo de produção –  o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) publicou em setembro a Portaria nº 1538, substituindo a de número 783, de 2006. A nova portaria estabelece que todo o trânsito, seja intraestadual ou interestadual, das aves de descarte que são encaminhadas para o abate em frigoríficos, deverá  estar acompanhado da Guia de Trânsito Animal (GTA) emitida exclusivamente pelos escritórios do IMA e não mais pelos  veterinários  habilitados pelo Instituto que também emitiam estas guias. Estes profissionais continuarão a emitir a GTA para a circulação das demais categorias de aves e ovos férteis. Izabella Hergot,  médica veterinária e responsável pelo Programa Estadual de Sanidade Avícola do IMA,  explica que as aves de descarte, por serem consideradas de maior risco sanitário, necessitam de mais fiscalização quando são transportadas. A nova portaria mantém a proibição da entrada em Minas de cama de aviário ou cama de frango,  procedente de outros estados.  A cama de aviário é todo material distribuído em um galpão ou estábulo para servir de leito aos animais, ou seja, é o piso de uma instalação avícola, que pode ser de maravalha, palha de arroz, feno de capim, sabugo de milho triturado ou serragem, juntamente com as fezes, urina, restos de ração e penas. O uso dessa cama na alimentação de ruminantes é proibido,  pois coloca em risco a sanidade do rebanho. Na cama de aviário pode haver uma proteína chamada prion, que é a  causadora da Encefalopatia Espongiforme Bovina, popularmente conhecida  como “doença da vaca louca”. Essa doença causa embargos às exportações de carne, além de ser uma grave zoonose.  O Brasil possui status de região de risco insignificante em relação à “doença da vaca louca”.