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Secretaria de Educação doa alimentos para famílias de alunos carentes de Araxá

1 de abril de 2020 – 17:41 |

A Secretaria Municipal de Educação, comunica que está doando gêneros alimentícios para famílias de alunos carentes da rede municipal de ensino devido a suspensão das aulas. A ação se justifica devido a mobilização que …

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O Clássico da Rivalidade

Por: Alcino de Freitas.

Iniciando o campeonato amador de Araxá de 2015, presenciamos, no Estádio Honorízio Pereira Veloso, o clássico da rivalidade entre Vila Nova, do bairro Santo Antônio, e o Operário, do bairro São Geraldo. Um confronto que, no passado, já teve um potencial maior de jogo. Apresentava um futebol mais vistoso, mais técnico, mais incisivo, um verdadeiro clássico. O jogo que presenciamos no último domingo, 14, não foi de fortes emoções, contudo, um jogo imprevisível, que terminou com um empate de 1 a 1. No primeiro tempo, um jogo muito corrido, mas de poucas finalizações. Acontecimento mesmo só as expulsões de Hermano, do Vila e Givago pelo Operário. A equipe do Vila, que andou perdendo atletas importantes, veio a campo com alguns remanescentes e outros recrutados ao clube este ano. Só que perdeu bastante da sua força técnica. Já o Operário é uma equipe em formação. O primeiro tempo terminou sem abertura de contagem. No segundo tempo, o jogo até que melhorou um pouquinho, sendo que, aos 27 minutos, Douglas acertou um chute forte contra o travessão do goleiro Romero. A partida caminhava para o seu final com o placar em branco, quando, aos 43 minutos, o Vila Nova atacou, e, após um bate e rebate, a bola sobrou para João Paulo que chutou abrindo o placar a favor do Vila Nova. Agora surpreendente foi a conquista do empate pelo Operário,  aos 47 minutos, mediante uma penalidade máxima, muito bem cobrada pelo Douglas (10), porque o goleiro do Operário também se chama Douglas. Assim foi este clássico que presenciamos entre Vila Nova x Operário. Não é querer ser saudosista, mas, na minha mocidade, assistir ao Vila Nova que contava entre outros com: Gerominho, Paquira, Vandinho, Zé Mica, Coelho e Alan, era um jogo mais bem disputado. Pelo Operário jogavam: Nhoquinho, Mathias, Natal, Gilá, Binga, Nilo e Alcione. Jogos estes disputados no Estádio Municipal Fausto Alvim que, naquela época, era o palco de todos os jogos do futebol amador. Caro leitor,  continuamos presenciando e acreditando que deste campeonato, ainda há de sair um novo craque para o futebol brasileiro.

O Vila Nova jogou e empatou com: Romero, Amaral, Thiago Piriá, Kim (Figueró), Everton Negão (Valtinho); Eder, Hermano, Thiago Humberto, André; Tatisu (João Paulo) e Bruninho (Bruno dos Santos). Técnico: João Paulo.

O Operário foi de: Douglas, Michel (Princesa), Anderson Buiú, Givago, Tiãozinho; Jorge, Vanderlei, Douglas, Alex Alagoano (Wesley II); Neto (Yuri) e Wesley (Robson Negão). Técnico: Zezé.

Árbitro: Nilson Rodrigues da Silva, auxiliado por Pedro Caetano e por Vagner José Marins.

Cartões amarelos. No Vila Nova: Everton Negão, André, Bruninho e João Paulo.

Pelo Operário: Michel, Neto, Yuri e Felipe Bento que estava no banco de reservas.

Cartões vermelhos. Hermano, pelo Vila Nova, e Givago, pelo Operário.