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17 de julho de 2018 – 0:56 |

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Prazo para vacinação contra febre aftosa, termina no domingo

A reportagem do JORNAL INTERAÇÃO, retornou esta semana ao Escritório do IMA – Instituto Mineiro e Agropecuária de Araxá, para saber o panorama atual da campanha de vacinação contra a febre aftosa no município de Araxá, faltando apenas dois dias para o final da campanha de imunização dos rebanhos bovino ( boi) e bubalino ( búfalo). De acordo com o Chefe do Escritório do IMA de Araxá, Calimério Guimarães, “ termina neste domingo (dia 31 de maio)) o prazo para vacinação do rebanho, contra a febre aftosa, doença viral altamente contagiosa que pode ocasionar a morte dos animais. Produtores rurais mineiros que não imunizarem seu plantel, até a data, poderão ser penalizados com multa de R$ 68,07 por animal não vacinado. Segundo informou Calimério, “ não haverá prorrogação da data de vacinação, mas a declaração de vacinação poderá ser feita até 10 de junho.” Até 31 de maio, o pecuarista também tem a opção de fazer a Declaração Eletrônica de Vacinação contra a febre aftosa por meio do site www.ima.mg.gov.br. O número da nota fiscal de compra da vacina será sua senha para acesso ao sistema do IMA. Ao fazer a Declaração Eletrônica, o produtor deverá também atualizar informações pessoais e da propriedade, como endereço para correspondência e telefones de contato.  O último caso oficial de febre aftosa registrado no Estado de Minas Gerais, foi no ano de 1996. A doença infecciosa é causada por vírus. Ela atinge animais de cascos bipartidos, como bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. O vírus da febre aftosa é altamente contagioso e pode ser transmitido através da baba do animal, que contém grande quantidade de vírus. O sangue dos animais infectados também contém grande quantidade de vírus durante a fase inicial da doença. O vírus dessa doença é muito resistente, podendo resistir por meses na medula óssea do animal (mesmo depois de morto), no pasto, na farinha de ossos e no couro. A doença também pode ser transmitida por contato indireto, através de alimentos, água, ar, pássaros e humanos que cuidam dos animais, e que podem levar os vírus em suas mãos, roupas ou calçados, e infectar animais sadios. Os primeiros sintomas apresentados pelo animal são febre alta e perda do apetite, seguidos de aftas na boca, na gengiva ou na língua, e principalmente por feridas nos cascos ou nos úberes. O animal baba muito, contaminando todo o ambiente e tem grande dificuldade para se alimentar e para se locomover, em razão das feridas nos cascos. A produção de leite, o crescimento e a engorda  ficam prejudicados. A intensidade da doença é variável, mas sabe-se  que ela atinge mais animais jovens, principalmente os que estão em aleitamento. Para continuar livre da doença que duas vezes por ano o IMA – Instituto Mineiro de Agropecuária desenvolve campanhas para prevenir e combater a febre aftosa no Estado. De acordo com Calimério, o rebanho bovino e bubalino ( búfalo), no município de Araxá está em torno de 75 mil cabeças. Segundo ele, “ apesar do avanço de culturas como a soja e cana de açúcar  na região o pecuarista local está muito bem preparado e mantém a tradição por aqui.”  Para o Chefe do Escritório do IMA, “ as vezes o produtor vacina seu rebanho e demora em comprar a imunização aqui no Escritório do IMA, então a gente como Instituto responsável e fiscalizador, tem que ir atrás dele para resolver a situação.” Finalizando o  Chefe do Escritório do IMA, disse que,” tentar fraudar a campanha e não vacinar o rebanho implica em graves penalidades e sanções além de multas pesadas por cada animal não imunizado.”