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Osteoporose e Atividade Física

Por Márcio Contato – PersonalTrainer

Osteoporose é a doença óssea metabólica mais freqüente, sendo a fratura a sua manifestação clínica.

É definida como “a diminuição absoluta da quantidade de osso e desestruturação da sua microarquitetura levando a um estado de fragilidade em que podem ocorrer fraturas após traumas mínimos”.

É considerada um grave problema de saúde pública, sendo uma das mais importantes doenças associadas com o envelhecimento.

O risco de fratura é o grande perigo da osteoporose. As mais comuns são as de punho, vértebras, costelas e, principalmente, a do colo do fêmur (osso da coxa). Elas acabam limitando a vida do idoso e muitas vezes trazem muitas complicações à sua saúde.

A força muscular sobre os ossos constitui o estímulo fundamental para a manutenção e o aumento da massa óssea.

Faz parte do processo normal de envelhecimento e é mais comum em mulheres que em homens. A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas. Se não forem feitos exames pode passar despercebida. Algumas das práticas que podem ser realizadas em pessoas com osteoporose:

  •  Alongamento geral;
  •  Correção da postura (tendência à cifose acentuada e à escoliose, pelos desequilíbrios laterais)- propriocepção;
  •  Atividades de impacto ósseo (caminhada, corrida, subir escadas);
  •  Atividades de grande sobrecarga muscular (musculação);
  •  Atividades aeróbias (benefícios cardiovasculares).

Entre os fatores de risco da osteoporose (sexo, raça, hereditariedade, menopausa, dieta e farmacológicos), podemos destacar a inatividade física como um dos fatores mais importantes. Talvez se um maior número de pessoas estivesse engajado em um programa de atividade física, muitos problemas poderiam ser evitados, possibilitando uma vida mais produtiva, com qualidade melhor para várias pessoas. Aumentar a atividade física reduz a perda óssea e o risco de quedas.

Os exercícios físicos devem ser realizados de forma regular três vezes por semana, com intervalo entre as sessões de 24 a 48 horas. É muito importante que esses exercícios sejam realizados com o paciente suportando o seu próprio peso, em função da força que os músculos exercem sobre os ossos da coluna e dos membros inferiores.

Considerando-se a condição de idoso, o exercício mais indicado para a prevenção da osteoporose é a caminhada, que deve ser realizada por aproximadamente 40 minutos, antecedidos e finalizados com um alongamento muscular. A intensidade do exercício deve ser de 60 a 90% da freqüência cardíaca máxima própria da idade, de preferência avaliada através de consulta médica, complementada pelo teste de esforço.

Um estudo comparado, onde mulheres idosas foram observadas durante alguns anos, mostrou que as que se exercitaram durante o período tiveram um aumento da massa óssea de 2,3%. Enquanto que as mulheres que permaneceram sedentárias durante esse tempo mostraram uma diminuição de 3,3%.

Os exercícios com pesos leves aumentam a massa muscular e a força dos músculos esqueléticos.

O benefício primário da atividade física pode ser evitar perda óssea que ocorre com a inatividade, o que de certa maneira pode reduzir o risco de fraturas. Entretanto não pode ser recomendada como substituta do tratamento medicamentoso apropriado.

A prática uma atividade física numa pessoa com osteoporose, deve ser realizada com cuidado, procure antecipadamente um médico, veja as precauções existentes ao praticar um exercício e siga corretamente os métodos adotados por um profissional qualificado e competente!