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AAL comemora 53 anos e escritora Wilma Cunha recebe Comenda Literária

19 de Maio de 2018 – 0:36 |

A noite da última terça-feira, dia 15 de maio de 2018, foi de comemoração  e homenagem, para os membros da  AAL – Academia Araxaense …

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Maria Cármen Ávila de Paiva

Oi, gente. Tudo bem? Retomando a viagem à Itália, vocês devem se lembrar que estivemos em Roma e no Vaticano. Depois, seguimos para Florença e Milão, de onde ainda irei falar.

Mas, hoje, aqui, cabem parênteses.

Gostaria de comentar de um formato de viagem inédito para mim, até então… Alugamos uma van, a qual pegamos logo na chegada, no aeroporto da capital, e devolvemos no aeroporto de Milão, nossa última parada. Foi uma ótima alternativa para deslocarmos entre os destinos, sem o desgaste de aeroportos, podendo apreciar todas as paisagens italianas.

É muito interessante como fica evidente a mudança de uma região para a outra só ao admirarmos o seu relevo. Foi possível observar isso ao vermos, no horizonte, dos Montes Apeninos e seus túneis às planícies do Rio Pó. E, acompanhar tudo pelo mapa, pode ser fascinante para quem gosta.

Mas, como em tudo nessa vida, há vantagens e desvantagens em alugar um carro. Eis alguns pontos de vista observados em nossa viagem:

  • O PREÇO: não costuma ser tão barato e o valor do seguro e do GPS tendem a dobrar a quantia a ser paga. Então, preste bastante atenção ao contratar o serviço;
  • A PRATICIDADE: a viagem entre cidades é perfeita, porém, nas visitas internas, para chegar a determinados destinos, é praticamente impossível encontrar vaga para estacionar e há chances de você ser multado, se circular pelos centros históricos. Deste modo, evite transtornos e deixe o veículo no estacionamento do seu hotel. Os transportes públicos, na Europa, são muito tranquilos de serem usados. Caso você tenha dificuldade de locomoção, o mais indicado é taxi, apesar do preço não ser tão acessível quanto um metrô;
  • A BAGAGEM: outro aspecto a ser considerado, que não é propriamente uma desvantagem, mas um ponto a ser observado, é o cuidado com a quantidade de bagagem. Embora as companhias aéreas autorizem despachar duas malas de 32 quilos de volta ao Brasil, o porta malas de um carro para oito/nove lugares não é tão grande que caiba o permitido, multiplicado pela quantidade de pessoas. Tudo bem que uma viagem à Europa não é exatamente para compras, mas, sempre tem gente, como eu, que tende a exagerar na quantidade de peças de roupas que coloca na mala;
  • A LIBERDADE: não posso deixar de mencionar o fato de que vocês ficam livres para fazer paradas fora do roteiro. Como não tínhamos tanto tempo, não pudemos abusar dessa facilidade. Contudo, estivemos em um lugar, que foi uma linda surpresa: Orvieto. Sobre essa cidade medieval, vocês podem conferir na próxima. Beijos e até lá, se Deus quiser.