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Corredora araxaense supera atletas da elite e chega em 21º lugar na Prova Internacional de São Silvestre

11 de Janeiro de 2018 – 21:48 |

Com um desempenho especial e muita dedicação, a atleta araxaense Patrícia Rodrigues Ribeiro Martins de 37 anos, foi uma das corredoras destaques,  na última edição …

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Maria Cármen Ávila de Paiva

A Fliaraxá chegou ao fim e movimentou bastante a cidade. Foi um evento que agradou a boa parcela do público araxaense, mesmo aqueles que não têm tanta verve cultural, com a parte gastronômica.

Provavelmente, você já leu muito sobre o que aconteceu no Barreiro entre os dias 15 a 19/11. Então, vou elencar algumas experiências minhas, que podem ter sido bem diferentes das suas:

  • “Uma Ilíada”: com o ator Bruce Gomlevsky, para mim, foi uma das melhores peças que eu já assisti. Foi um monólogo de uma versão condensada do livro “Ilíada”, de Homero, interpretado de uma forma dramática e intensa. O ator conseguiu nos transportar para os tempos da Guerra de Tróia e, no fim, fez uma alusão cronológica de grande parte das guerras, até os dias atuais. A cada menção de massacre/conflito, escorria sangue pelo seu rosto. Foi de arrepiar. Ao encerrar o espetáculo, fui cumprimentá-lo pela atuação e disse que ele merece papéis de maior destaque na televisão, ao que ele respondeu: “manda uma carta para a Globo, dizendo isso”. Ah, pesquisei e descobri que Bruce interpretou Renato Russo no teatro e foi muito aclamado pela crítica.
  • Mia Couto

    Mia Couto: infelizmente, só tive oportunidade de ouvir o grande homenageado do evento no seu último debate. O que mais me chamou atenção nesse momento foi sua resposta ao ser questionado sobre qual era sua utopia, numa referência ao tema do Festival. Então, ele respondeu que deseja “paz em Moçambique”, sua terra natal, que está em guerra civil há muitos anos.

 

 

 

 

 

 

  • Bruna Lombardi

    Bruna Lombardi: falar que Bruna é linda é redundante, além de também minimizar suas outras qualidades: carisma, inteligência, simplicidade. Conversei com ela minutos antes do debate que participou com o Mia, falei que a admirava, enfim, encarnei a fã. Quando eu comentei que tinha esse espaço no Jornal Interação, ela me passou suas redes sociais e seu site, onde disse ter muito conteúdo para mulher. Então, segue o endereço eletrônico, para quem quiser conferir: http://redefelicidade.com.br.

 

 

 

 

  • Pedro Cardoso

    Pedro Cardoso: o humorista lançou seu primeiro livro durante a Feira Literária e conversou com a plateia, de uma maneira interativa, bem humorada e reflexiva. Ele não veio com um texto pronto, abriu para perguntas logo no início e falou de amenidades a temas bastante polêmicos.

 

 

 

 

 

 

  • Rafael Nolli e Rodrigo Feres: participei do debate desses araxaenses, “como nascem os personagens”. Rodrigo, que teve seu livro “Tudo que não tem fim” traduzido para o Espanhol e lançado no Peru, recentemente, comentou que percebeu como as crianças peruanas são desenvolvidas intelectualmente, porque o livro é presença constante em suas casas. Os pais leem e ensinam, com o exemplo, o gosto pela leitura. Já Rafael, ao ser questionado sobre qual dica daria a quem quer ser escritor, foi enfático na resposta: LER.
  • Ministro da Cultura: Sérgio Sá Leitão, que é Ministro da Cultura, também esteve presente na Fli. É claro que um ministro não falaria sobre crise e nem faria crítica ao governo. Ele, pelo contrário, elogiou bastante a “Lei Rouanet”, de incentivo à cultura. Mencionou que ela tem, sim, problemas, mas que tem prestado enorme serviço à sociedade, viabilizando o acesso da população a movimentos culturais, como o próprio Festival Literário de Araxá.

 

Gostaram? Espero que sim. Abraços e até a próxima, se Deus quiser.