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Equipe de transição de Romeu Zema já tem adesão de 1.200 profissionais voluntários

17 de novembro de 2018 – 17:05 |

Cerca de 1.200 profissionais, com experiência em diversas áreas do conhecimento, já se apresentaram como voluntários para atuar em apoio à equipe de transição do governo Romeu Zema (Novo), na pesquisa e diagnóstico de 17 …

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Maria Cármen Ávila de Paiva

Oi, gente. Tudo bem? Vocês têm ido ao Teatro Municipal daqui de Araxá? Sempre tem uma atração diferente e gratuita. Durante a semana, está tendo exibição de filmes. Na próxima, nos dias 03 e 04 de abril, terá“O Mágico de Oz” e “Consciências Mortas”, respectivamente e, ambos, às 16 horas. Neste final de semana, dia 01, terá a peça “As Melhores Histórias de Pinóquio”, às 19 horas e, no dia 02, “A viagem de Clara”, às 17 horas. É só procurar se informar no próprio local ou no facebook do Teatro, que apresentação é o que não falta.

E, hoje, vou contar sobre o evento “Sempre um Papo”, com o Amyr Klink, que aconteceu lá, no último dia 23 de março.

A palestra já começou muito boa. O Amyr contou um pouquinho da sua história, de como resolveu sair de sua zona de conforto, deixar uma vida estável como economista e se aventurar no mar. Afinal, o tempo não para e temos que realizar nossos sonhos. Foi aquele tipo de discurso que, quando a gente ouve, dá vontade de jogar tudo para o alto e fazer só o que a gente quer ( ahhh, se meu dinheiro desse…).

Bom, mas a parte alta da noite, ao meu ver, foi quando a esposa dele, a Marina Klink, começou a falar. A mulher tomou conta do palco.Elaé envolvente e domina a arte da oratória… Fiquei encantada! O mais interessante foi quando ela expôs o que a incentivou a publicar seu livro com suas fotografias: um dia, o Amyr disse para ela que seus retratos não serviam para nada. Marina ficou extremamente magoada e usou daquela frase como força motivadora para que elas servissem para algo. Num primeiro momento, criou um blog (hoje, com contas em redes sociais também).Após isso, publicou livros contando sua experiência na Antarctica (ou Antártida – como preferirem).

Como ela disse, quando começaram a ir para o continente gelado, era tão inacessível, tão diferente… Era mais ou menos, comparou, como, hoje, o homem ir para Marte.

Atualmente, está mais real esse tipo de viagem. Não a bordo de veleiros, como os deles, mas, existem muitas opções de idaao Pólo Sul – o mais comum, em cruzeiros. Já tinha ouvido sobre esse roteiro e nunca me atraiu… Mas, depois de ouvir os relatos da família Klink, ver as fotos de Marina e ler algumas histórias em blogs pela internet, passei a considerar bastante a Antarctica como um destino de viagem. Afinal de contas, como não se interessar pelos confins do mundo, com aquela fauna singular, com pinguins e baleiras jubartes, pelo silêncio ensurdecedor que ouvi que lá existe e pelas formações de geleiras peculiares? Imaginem presenciar um pôr do sol permanente? É o que acontece nos verões, sem noite… Ou, pensem, como seria presenciar os dias no escuro, com poucas horas de luz, no inverno?

É claro que não é uma viagem a ser feita no acaso. Precisa de muita pesquisa, planejamento financeiro, consciência de preservação ambiental e entender que vamos ter que lidar com condições extremas de clima( frio intenso e sequidão do tempo). E aí? Vão encarar?

Gostaram? Espero que sim. Beijos e até breve, se Deus quiser.

P.S.: Um beijo especial na Maria Rosa, minha sobrinha, que fez 18 anos, no dia da palestra.

Com Amyr Klink

Autógrafo de Marina no seu livro “Antarctica Olhar Nômade”.

Com Marina Klink