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Fiscais da Vigilância Sanitária de 8 cidades participam de oficinas em Araxá

21 de maio de 2019 – 16:42 |

Os profissionais que trabalham com fiscalização no setor de Vigilância Sanitária na Microrregião do Planalto de Araxá se reuniram no último final dee smeana.  Nos encontros as equipes participaram de oficinas onde …

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19 05 10 DOURADOS DO VELHO CHICO

Depois de um bom planejamento, finalmente chegou o dia, da grande façanha; pescar no Velho Chico. Eram ainda duas da madruga quando partimos, rumo a tão sonhada pescaria. Viajamos dia inteiro e um bom pedaço da noite, finalmente chegamos, naquela estradinha muito estreita e acidentada que nos levaria às margens do lindo rio. Naquela praia a perder de vista, instalamos nossas barracas, ficando perto do maior e melhor pesqueiro daquela redondeza. A grande mata virgem de madeiras de lei terminava ali, debaixo de uma grande árvore; armamos as barracas, assim sendo estávamos protegidos do forte sol de verão. O pesqueiro era ali pertinho, evitando assim de usarmos barcos. Terminada as montagens das barracas, muito cansados da viagem, fomos descansar o lombo. Cinco da matina e Benedito já nos chamava, com o tira-jejum prontinho. A aurora nos presenteava com um lindo espetáculo; raios luminosos vinham aos poucos clareando aquela natureza linda, tão simples e tão romântica e bela. Terminado o reforçado reforço matinal, partimos para o trabalho. Lucas, logo na primeira, fisgada um lindo surubim de mais de quarenta quilos. Foi uma festa a briga do bichão, ele mergulhava e nadava no fundo do rio, para se ver livre do anzol. Vinha à tona e descia rio abaixo, tentando de todo modo arrebentar a linha, porém Lucas comandava o espetáculo com maestria e finalmente pudemos ver o monstrengo já entregue na praia. Logo Saulo também fisga um grande dourado; que beleza foi também aquela briga! O bichão dava saltos, sacudindo no ar tentando cuspir o anzol, porém depois de um bom tempo, ele prancheava vindo sem defesa para a praia. Assim foi aquela manhã produtiva, fisgando lindos exemplares, principalmente mandis açu, piaparas, piaus e um lindo trairão. Nosso programa era pescar nas manhãs até ás onze horas, almoçarmos, darmos uma pequena cochilada e voltarmos a pescar a tarde. Ficávamos pescando até as dezoito horas e voltávamos para as barracas, num gostoso bate-papo regrado a gostosa pinguinha, com tira gosto de peixe frito; ali ouvíamos as mais engraçadas piadas, acompanhadas de emocionantes causos de caçada de onça, contados pelo nosso guia Tatão. Tatão era um morador do lugar, nascera ali e com os seus quarenta anos de vida, nunca quis deixar seu cantinho abençoado, segundo ele. Seus causos eram muito engraçados e emocionantes, principalmente os de caçada de onça. Neles ele demonstrava seu arrocho e valentia, pois fazia crer, que as bichonas o temia. Chegava a subir no pau e puxar as bichonas pelo rabo, pegava também as danadas à unha. A gente notava pela emoção dele, um pouquinho de exagero, mas eram gostosas suas narrativas, além de emocionantes. Naquela ocasião, o que aproveitamos muito foram as fisgadas nos dourados. Eram gigantes de mais de quinze quilos, que toda hora um de nós festejava a fisgada. Foram dias maravilhosos, principalmente as boas fisgadas nos…
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